DOR NO JOELHO? PODEMOS AJUDAR!

DOR NO JOELHO? PODEMOS AJUDAR!

A dor no joelho é uma queixa comum que afeta as pessoas de todas as idades.

A dor no joelho é uma queixa comum que afeta as pessoas de todas as idades. Pode ser o resultado de uma lesão, tal como um ligamento rompido ou cartilagem rasgada. Os problemas médicos — incluindo artrite, artrose, gota e infeções — também podem causar dor de joelho.

Muitos tipos de dor de joelho menos graves respondem bem a medidas de medicação analgésica assumidas, se necessário, pelo próprio paciente. A terapia física e joelheiras elásticas também podem ajudar a aliviar a dor de joelho. Em alguns casos, no entanto, o seu joelho pode necessitar de tratamentos que atuam diretamente na membrana sinovial e cartilagem para um alívio rápido e duradouro.

A localização e gravidade da dor de joelho podem variar, dependendo da causa do problema. Os sinais e sintomas que às vezes acompanham a dor no joelho incluem:

  • Inchaço e rigidez
  • Vermelhidão e calor ao toque
  • Fraqueza ou instabilidade
  • Sons de estalidos ou compressão
  • “Prisão” ou incapacidade de alongar completamente o joelho

Consulte os nossos especialistas se:

  • Não conseguir suportar o peso sobre o joelho
  • Possuir um inchaço pronunciado no joelho
  • Não conseguir alongar ou dobrar completamente o joelho
  • Visualizar uma deformidade óbvia na perna ou joelho
  • Possuir febre, além de vermelhidão, dor e inchaço no joelho
  • Cair porque o joelho “cede”

Uma lesão de joelho pode afetar qualquer dos ligamentos, tendões ou bolsas de fluido (bursas) que envolvem a articulação do joelho, assim como os ossos, cartilagem e ligamentos que formam a própria articulação.

Algumas das lesões de joelho mais comuns, entre outras, incluem:

  • Síndrome da banda iliotibial – Isso ocorre quando o ligamento que se estende do exterior do osso pélvico até ao exterior da tíbia (banda iliotibial) se torna tão apertado que fricciona contra a parte exterior do fémur. Os corredores de longas distâncias estão especialmente suscetíveis a síndrome da banda iliotibial.
  • Condromalácia rotuliana (síndrome de dor femuro-patelar) – Isto é um termo geral que se refere ao surgimento de dor entre a rótula e o fémur. É comum em adultos jovens, especialmente aqueles que têm um ligeiro desalinhamento da rótula, em atletas e em adultos mais velhos, que geralmente desenvolvem o problema em consequência de desgaste da cartilagem da rótula.
  • Doença de Osgood-Schlatter – Este problema afeta a zona mais sensível do osso perto da parte superior da tíbia, onde o crescimento do osso ocorre. É mais comum em rapazes que jogam jogos ou praticam desportos que envolvem correr ou saltar. O desconforto pode durar alguns meses e pode continuar a repetir-se até que os ossos da criança parem de crescer.

Lesões menos frequentes:

  • Lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) – é o rasgar (parcial ou total) do LCA — um dos quatro ligamentos que ligam a tíbia ao fémur. Uma lesão do LCA é particularmente comum em certos desportos, porque está associada a mudanças repentinas de direção.
  • Menisco rasgado – O menisco é formado por cartilagem semelhante a borracha forte e funciona como um amortecedor entre a tíbia e o fémur. Pode rasgar-se se de repente torcer o seu joelho enquanto apoia peso no mesmo.
  • Bursite no joelho – Inflamação nas bursas, as pequenas bolsas de fluido que amortecem o exterior da articulação do joelho de modo a que os tendões e ligamentos deslizem suavemente sobre a articulação.
  • Tendinite rotuliana – A tendinite é a irritação e inflamação de um ou mais tendões — os cordões fibrosos e espessos que prendem os músculos aos ossos. Os corredores, esquiadores e ciclistas estão propensos a desenvolver inflamação no tendão rotuliano, que liga o músculo quadrícepete na parte frontal da coxa à tíbia.

Existem vários tipos de artrites, dos quais destaca-se a osteoartrite, ou mais comumente conhecido por artrose. Esta doença osteoarticular é uma doença crónica de evolução lenta das nossas articulações caracterizada pela dor articular e redução da sua função. A dor é provocada por desgaste da cartilagem que protege os ossos, o que condiciona um processo inflamatório e consequente amolecimento pelo peso extra que o corpo sustenta. Este factor associado a uma musculatura envolvente flácida e pouco resistente acaba por criar uma sobrecarga de esforço nas articulações. A artrose é uma das perturbações articulares mais frequentes no mundo e afecta especialmente trabalhadores manuais, diabéticos, obesos e, de forma geral, mais tarde ou mais cedo, todos aqueles que adotam estilos de vida sedentários. Geralmente manifesta-se por volta dos 45 anos no homem e 55 anos na mulher.

Uniformizar e poupar o joelho

De um estilo de vida que poupa as articulações fazem parte, sobretudo, exercícios com esforço uniforme. Os exercícios podem ser treinados com a assistência de um PT ou de um fisioterapeuta. Não se recomenda um repouso absoluto das articulações em caso de artrose, uma vez que as cartilagens só são devidamente nutridas quando a articulação está em movimento. Para isso, são indicadas modalidades desportivas que não sobrecarregam as articulações, como a natação. A articulação deve movimentar-se mas com a menor carga/resistência possível. Para evitar adicionalmente a sobrecarga das articulações, há que perder peso. Uma perda de 5,5 kg de peso corporal, reduz em metade a probabilidade de se vir a sofrer de artrose dos joelhos. Em especial para pacientes com artrose da rótula, são indicadas as seguintes modalidades: ciclismo, caminhada, aquajogging e natação.

Tratamento

Muitas vezes recorre-se às seguintes opções terapêuticas conservadoras:

  • Analgésicos e pomadas/cremes/geles anti-inflamatórios
  • Tratamento com calor ou frio
  • Dispositivos médicos ortopédicos (palmilhas, auxiliares, ortóteses, sapatos ortopédicos)
  • Fisioterapia
  • Treino muscular (fortalecimento e alongamento)
  • Eletroterapia e tratamento por ultrassons

Aliados a estes, estão incluídos a perda de peso, fruto da prática de exercício físico e uma alimentação adequada. Os tratamentos variarão, dependendo do que está exatamente a provocar a dor de joelho:

Terapia física – O fortalecimento dos músculos em torno do joelho fará com que fique mais estável. O treino provavelmente centrar-se-á nos músculos na parte frontal da coxa (quadrícipete) e nos músculos na parte posterior da coxa (músculos isquiotibiais). Os exercícios para melhorar o seu equilíbrio também são importantes.

Ortóteses e ligaduras elásticas – Os apoios de arco, às vezes com cunhas no interior ou exterior do calcanhar, podem ajudar a deslocar a pressão da parte lateral do joelho mais afetada pela osteoartrite. Diferentes tipos de ligaduras elásticas podem ajudar a proteger e a apoiar a articulação do joelho.

Injetáveis:

Corticosteróides – As injeções de um medicamento corticosteróide na articulação do joelho podem ajudar a reduzir os sintomas de um sinal de artrite e proporcionar alívio da dor que dura há alguns meses. As injeções não são eficazes em todos os casos. Há um pequeno risco de infeção. E, seguramente, nos corticosteróides com efeito mais duradouro, a médio longo prazo, um desgaste acrescido das cartilagens.

Ácido hialurónico (viscossuplementação) – Este fluido espesso normalmente encontra-se em articulações saudáveis e injetá-lo nas danificadas pode aliviar a dor e fornecer lubrificação. A administração de viscossuplementação no joelho funciona como lubrificante e proporciona um alívio prolongado. A utilização desse tratamento está comprovada cientificamente.

PRP  – Ao serem introduzidos no local da lesão, estes vão ativar mecanismos que permitem a recuperação e cicatrização do tecido danificado.

Super PRP (Viscossuplementação + PRP) – A combinação do PRP com a viscossuplementação na mesma injeção, em certos casos, promove uma complementação e uma potenciação do efeito do tratamento

Caso tenha dor no joelho não hesite em tirar as suas dúvidas com os nossos profissionais de saúde especializados!

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